17/11/2012

Hobin Hood begins... oh, wait!









Olá, olá leitores do SLP! Como já foi explicado no post anterior, decidimos voltar a postar aqui because of reasons. Ainda não temos certeza de como será o cronograma porque ainda temos que discutir com mais calma, mas posso afirmar com certeza de que, se depender de mim, estarei aqui toda semana pra atormentar vocês com os posts enormes e etc. I missed you guys!
Como nesse meio tempo em que estivemos desativadas aconteceu muita coisa legal, aos poucos vamos nos inteirando de tudo e, portanto, teremos MUITO assunto pra posts futuros!
De qualquer maneira, vamos ao que interessa:

Esperamos por essa época do ano durante um longo e tenebroso verão americano, mas ela finalmente chegou. AAAAAH *suspiros* a Fall season - época na qual somos agraciados com séries novas e a volta das que sobreviveram aos cancelamentos, época de baixar inúmeros pilots, flodar a watchlist antes de finalmente decidir quais serão as queridinhas da vez (sempre com a esperança de encontrar algo totalmente awesome como, por exemplo, OUAT na fall-season do ano passado). 

Minhas escolhidas foram: Elementary, The New Normal e Arrow. Ainda é cedo pra afirmar com certeza, mas a série baseada na timeline do Arqueiro Verde pode vir a ser a melhor estreia da fall season. 

Because of reasons
Cof, cof, cof. Deixando os músculos do Sr. Stephen Amell de lado, vamos ao plot:

Oliver Queen era o típico filhinho-de-papai, playboy-pegador-inconsequente com o qual todos estamos acostumados, até o dia em que se vê naufrago em uma ilha tendo que defender a si mesmo - ele é o único sobrevivente de um acidente de navio no qual seu pai morreu. Com as habilidades que desenvolveu durante os cinco anos que passou desaparecido, Oliver consegue chamar a atenção de um grupo de pescadores que o levam para a casa. Porém, Sr. Queen não está afim de conversa e festas de boas-vindas,  após as revelações feitas por seu pai, minutos antes de morrer, Oliver quer mesmo é "purificar" sua amada Starling City de todos os bandidos e traidores no poder.

"I am returnig not the boy who was shipwracked, but the man who will bring justice to those who have poisoned my city."
Então, para botar seu plano de vingança em prática, Oliver utiliza das técnicas que aprendeu nos anos em que foi dado como morto e, usando um capuz verde, cria a identidade secreta Arrow - um arqueiro que tira dos ricos para dar aos pobres leva a justiça para sua cidade. Tudo isso enquanto tem que aceitar o novo casamento de sua mãe, tentar pedir desculpas pra sua ex-namorada Laurel, manter a pose de pegador pro seu amigo Tommy, tomar conta da sua irmã que está se tornando uma versão feminina de si mesmo antes do naufrágio e tentar se tornar uma pessoa melhor. 

O pilot me surpreendeu bastante, provavelmente porque eu não esperava muito da série. As cenas de ação foram mais do que satisfatórias e a dinâmica do episódio - alternando entre flashbacks dos anos na ilha e a atualidade - foi muito bem trabalhada. A série foi bem aceita pela crítica e tem potencial - só depende da audiência dos nossos companheiros da terra do Tio Sam para que a CW continue a tratando com carinho.
Já foram levantadas algumas questões a serem resolvidas ao decorrer da temporada e eu estou muito curiosa, então, sim, continuarei acompanhando porque UGH! CLIFFHANGERS! Fora que eu já arranjei um ship, é.

E confesso que fiquei toda nostálgica vendo a Willa Holland como irmã-meio-perdida. Kaitlin Cooper! Continuando o legado o legado da irmã Marissa Cooper de The O.C., haha. A atuação - e o six-pack - do Stephen Amell são um show à parte.
Quanto à fidelidade da adaptação eu não posso opinar, já que sou leiga quando se trata do Arqueiro Verde, PORÉM, não vi nenhuma reclamação o que deve ser um bom sinal. O único burburinho é a comparação que está rolando por aí com o primeiro filme da trilogia mais recente do homem-morcego: Batman Begins - principalmente por causa dos monólogos no começo do episódio, sobre como ele teve que se transformar em uma arma pra sobreviver e etc. Tirando isso é só amor pra todos os lados.

Em suma: A série têm se mostrado surpreendente, dinâmica e possui uma boa carga de entretenimento, tanto que nem vejo os 42 minutos passarem. Estou torcendo com todas as minhas forças pra que se mantenha o nível, como tem feito até agora. É o que veremos...

E é isso por hoje! Tenham um resto de fim de semana prolongado super-duper-awesome e, se tudo der certo, nos vemos na semana que vem!









ps: quem quiser conferir, mas está com preguiça de baixar, a Warner (canal 44 na Sky) está exibindo a série, é só olhar na programação e torcer pra que eles reprisem os primeiros episódios.
30/03/2012

E quem não ama um clichê?



Olá coisinhas lindas e mágicas! Como foi a semana de vocês? Espero que melhor do que a minha, porque olha... tá difícil essa vida.

Aviso com antecedência que o post não vai ser aquela ignorância de sempre porque eu tenho prova de química amanhã (sim, sábado!!!) e ainda tenho que estudar 16 módulos - da hora a coordenação do meu colégio, da hora a vida. Então vamos começar, shall we?


AWKWARD. é uma série da MTV americana e uma das minhas maiores descobertas do ano passado. 
Conheci essa série pelo tumblr, vi uns gifs de frases fofinhas e fui procurar pra baixar (sou dessas que adora um quote), me apaixonei no primeiro episódio, snif. A divíssima dos YA, Meg Cabot já comentou sobre a série no twitter também.

A série mostra o dia-a-dia de Jenna Hamilton (interpretada pela fofíssima Ashley Rickards que fazia o papel de Samantha Walker em One Tree Hill) após um dia fatídico: o dia em que ela voltou do Acampamento de Verão (e se envolveu com Matty McKibben - falo dele logo mais) e sofreu um acidente no banheiro de sua casa, infelizmente todos acharam que ela estava tentando se suicidar. Como se não fosse o bastante ser tachada de suicida-emo-depressiva, Jenna ainda recebeu uma carta anônima de "um amigo" ofendendo-a em todos os aspectos de sua vida. Então ela decide tirar proveito de seu acidente e se fazer ser vista por todos no colégio, tomando os insultos da carta anônima como conselhos.

Parece bobinho eu sei, garota "invisível" + High School Americano + um bonitão popular = clichê. 
Mas não é dessa maneira que Awkward é trabalhado. Nosso bonitão popular, Matty McKibben - interpretado pelo Beau Mirchroff - é cheio de inseguranças e tudo que ele faz pela Jenna é tão fofo! (produção, cadê o meu?) Além de todo o humor e sarcasmo empregado na narração de Jenna. São umas situações tão ridículas e impossíveis nas quais ela se mete que você se mata de rir ao assistir. E sem querer influenciar ninguém a ser Team Matty e etc, mas o Matty e a Jenna são tão shippáveis que dá até orgulho de assistir, snif.

Temos também o loiríssimo e fofíssimo Jake Rosati, interpretado pelo Brett Davern, que é o melhor amigo de Matty e acaba se tornando amigo de Jenna também, o que não agrada nem um pouco sua namorada presidente-do-clube-de-abstinência, Lissa e sua melhor amiga mandona Sadie, que tem uma queda de 19208378973178 mil andares pelo Matty (eu não a culpo, eu mesma tenho). Juntas, Sadie e Lissa vão deixar Jenna em muitas situações constrangedoras, enquanto ela frequenta suas sessões de terapia e tenta convencer a todos de que não é suicida.

A primeira temporada da série tem 12 episódios de aproximadamente 25 minutos cada e já foi concluída. A boa notícia é que em Julho já sai a temporada nova com muito mais McKibben, para a felicidade geral das fangirls - leia-se: eu. Vejam a promo aqui e share the love.........................You're Welcome.

Acreditem ou não, é só isso por hoje! "Rebeca, você está se sentindo bem? Chamem a ambulância porque a Oliveira está tendo alucinações e escrevendo pouco! Oh Deus, é o fim do mundo!" É... bem por aí. Tenham um fim de semana super-duper awesome!









ps: Só encontrei uma promo decente (spoiler free) com legenda da república tcheca, me perdoem. Ok, na verdade é apenas a globalização do Smells Like Paris e... tá parei.
26/03/2012

Para Nossa Alegria!



Olá leitores, decidi colocar neste post o vídeo mais comentado da semana: Para Nossa Alegria! Vejam o original e as paródias, enjoy:





23/03/2012

Let the games begin!

Olá cidadãos de Panem! Como vocês estão hoje? Se sentindo sortudos? (Vou revelar que estou uma pilha de nervos porque as mensais começam amanhã e blábláblá, então se o post sair muito "surtado", tenham compaixão com essa pobre colunista que vos fala).

Como ninguém aqui mora debaixo de uma pedra, todos devem saber que dia é hoje, não? Cof, cof. Eu sei que estão todos muito emocionados porque hoje é sexta-feira (e o melhor dia da semana, porque é o dia da minha coluna, you know...), mas não é disso que eu estou falando. O que estou querendo dizer é que HOJE É DIA 23 DE MARÇO! - pausa para vocês pensarem 'e daí?' - e é hoje o dia de estreia do filme baseado numa das melhores trilogias de todos os tempos: THE HUNGER GAMES.

"Aaah sim! Aquele livro que você estava lendo e comentando no twitter que queria um padeiro?" Elementar, meus caros leitores. Como eu ainda não assisti o filme - aqui em Gothan City não teve pré-estreia e eu só vou poder assistir o filme domingo, mimimi - eu vou tagarelar infinitamente somente sobre o livro. QUE OS JOGOS COMECEM!

Título: Jogos Vorazes
Título Original: The Hunger Games
Autor: Suzanne Collins
Editora: Rocco
Páginas: 397
Série: Jogos Vorazes
Classificação:  (quantas estrelinhas eu posso dar mesmo?)


Katniss escuta os tiros de canhão enquanto raspa o sangue do garoto do distrito 9. Na abertura dos Jogos Vorazes, a organização não recolhe os corpos dos combatentes caídos e dá tiros de canhão até o final. Cada tiro, um morto. Onze tiros no primeiro dia. Treze jovens restaram, entre eles, Katniss. Para quem os tiros de canhão serão no dia seguinte?...

Após o fim da América do Norte, uma nova nação chamada Panem surge. Formada por doze distritos, é comandada com mão de ferro pela Capital. Uma das formas com que demonstram seu poder sobre o resto do carente país é com Jogos Vorazes, uma competição anual transmitida ao vivo pela televisão, em que um garoto e uma garota de doze a dezoito anos de cada distrito são selecionados e obrigados a lutar até a morte!

Para evitar que sua irmã seja a mais nova vítima do programa, Katniss se oferece para participar em seu lugar. Vinda do empobrecido distrito 12, ela sabe como sobreviver em um ambiente hostil. Peeta, um garoto que ajudou sua família no passado, também foi selecionado. Caso vença, terá fama e fortuna. Se perder, morre. Mas para ganhar a competição, será preciso muito mais do que habilidade. Até onde Katniss estará disposta a ir para ser vitoriosa nos Jogos Vorazes?
Antes de começar o surto que vem a seguir, preciso compartilhar uma coisa com vocês: me sinto como se eu fosse a última pessoa no universo a ler esse livro. Me lembro que foi no fim de 2010/começo de 2011 que o livro foi lançado aqui no Brasil, fez o maior barulho! (apenas porque foi sucesso nos States e etc, porque, sem ofensas Rocco, mas a editora não faz absolutamente nada pra divulgar seus lançamentos.) Mas como todo mundo dizia que era "o melhor livro de todos os tempos" eu achei que eu não iria gostar - sou dessas mesmo. E foi exatamente porque tantas pessoas me disseram que eu PRECISAVA lê-lo que eu desisti do livro. 
4ª lei de Newton: Rebeca não irá gostar de algo que a obrigarem a fazer sob pressão. (provavelmente essa é a razão pela qual eu demoro tanto pra ler os livros requeridos pelo Ensino Médio: porque eu sou obrigada.) 
Fora que eu não estava lá muito animada pra ler sobre um bando de jovens que são obrigados a matar-se enquanto o resto do país assiste, sentado no sofá e achando tudo lindo e maravilhoso. Qual a atração nisso meu Deus?

Mesmo assim, decidi dar uma chance ao livro. Depois de muito protelar com os meus botões e argumentar com o meu pai (defendendo que eu precisava de mais 3 livros, mesmo quando eu tinha 5 esperando), chegamos a um acordo: eu poderia comprar mais livros assim que eu lesse todos os "pendentes": não foi grande esforço. Lidos todos os ditos-cujos, fui enrolada por uns três meses até que finalmente encomendei meu lindo box com os três volumes na pré-venda. (deveria ter esperado uns diazinhos a mais pra comprar o que vinha com o PIN, mimimi, anyway...) Foi um longo e tenebroso verão até que chegasse o dia em que meus bebês chegassem em casa.

Após colocar Capitu e seus olhos de ressaca de lado, me infiltrei através das grades do Distrito 12 e mergulhei na distopia que foi tão aclamada no mundo inteiro.

"E pra quê ela fez essa introdução enorme?" Gale pergunta a Katniss, que assume uma expressão pensativa.
Houve uma guerra no local que hoje conhecemos como os Estados Unidos e o país foi dividido em 13 distritos e uma capital. Todos os distritos do país - que agora se chama Panem - são obrigados a servir a Capital, somente a Capital e nada além da Capital (tipo Pacto Colonial mesmo. "Rebeca sua nerd!") . Até que um dia o distrito 13 se revolta e arma uma rebelião. Logo o distrito rebelde é destruído e, como lembrança das consequências que uma possível revolta pode trazer, a Capital cria o que gostam de chamar de Jogos Vorazes, onde um casal de cada distrito (chamados tributos) é sorteado e mandado para uma arena, onde têm de matar uns aos outros até que sobre apenas um - enquanto toda Panem é obrigada a assistir. “Vejam como levamos as suas crianças e as sacrificamos, e não há nada que vocês possam fazer a respeito.”

Katniss Everdeen é uma garota órfã de pai do Distrito 12. Sustenta sua família por meio de caça ilegal nas florestas de seu distrito. Foi através dessa atividade ilegal - que aprendeu com seu pai - que Katniss conheceu Gale, um garoto mais velho com quem começou a caçar desde então. Esse é o primeiro ano em que o nome de sua irmãzinha, Prim, constará na Colheita (o sorteio pra escolher os tributos, you know...). Mas seu nome estará lá somente uma vez, quais são as chances de ela ser escolhidas? "Feliz Jogos Vorazes! E que a sorte esteja sempre com você!"

Josh <3
Mas é claro que o nome de Prim foi escolhido, que tipo de livro seria se não fosse? Mas nosso special snowflake está lá pra se pronunciar bem alto "I VOLUNTEER!". E se oferecer para ir aos Jogos no lugar de sua irmã. (pausa para o momento 'awwww'). O tributo masculino sorteado é Peeta-mãe-me-dá-Mellark, o filho do padeiro com quem Katniss tem algumas 'dívidas', coloquemos assim. 
Os tributos são levados para a Capital, onde serão 'preparados' para os Jogos, treinados, bem alimentados - pra variar -, receberão orientação e serão apresentados ao público. Até que chegue o momento em que serão levados à Arena e tenham de matar uns aos outros para garantir a própria sobrevivência.
“Matar ou morrer. Não há escolha. Na arena, o mais capaz vence. Que os Jogos Vorazes comecem!”
O livro é daqueles que, se você tiver tempo, vai ler em um único dia. Como diria Machado de Assis (será que ele diria mesmo?) ele te puxa como o mar de ressaca puxa tudo o que está na areia. Confesso que passei uma madrugada ou duas me aventurando pela Arena com a Katniss. E a coisa é tão incrível que eu sentia fome quando ela sentia fome, frio, sede, saudades, dor e... feelings, muitos feelings pelo Peeta. (sério mesmo mãe, meu aniversário tá chegando e eu quero o filho do padeiro de presente.) 
Não é uma história de amor, mas te deixa com tantos sentimentos conflitantes e tantas coisas pra pensar antes de dormir. (E chorar também, porque sou manteiga derretida e dormia chorando todos os dias em que lia à noite/madrugada). E eu não vou dizer que você DEVE ler o livro antes de assistir o filme, ou depois, que seja. Mas é uma experiência "boa", e te faz refletir sobre muita coisa que você nunca imaginou. Afinal, não é esse o propósito das distopias? Fazer uma crítica reflexiva às sociedades atuais e no que elas podem se tornar? 

Eu poderia enumerar todos os motivos pelos quais Jogos Vorazes e a Suzanne Collins são incríveis, mas eu não quero que vocês fiquem acanhados com toda o awesomeness do livro, assim como eu fiquei, e adiem a leitura. Só tenham em mente que vocês não vão se decepcionar. (e que ficarão andando em círculos depois do término da leitura, procurando onde pisar, o que fazer e qual o sentido do mundo, o universo e tudo mais sem um Peeta...).

O filme que estreia hoje, conta com Jeniffer Lawrence como Katniss, Josh-tenho-o-maxilar-mais-lindo-do-mundo-Hutcherson como Peeta e Liam Hemsworth (sim, irmão do Chris) como Gale. Confiram o trailer aqui e HAPPY HUNGER GAMES!

E ainda houveram boatos que meus posts aqui são muito grandes; tudo intriga da oposição. Tenham um fim de semana super-duper awesome!









E tenham em mente que o Peeta é meu, única e exclusivamente meu. Me contrariem e terão um ninho de vespas teleguiadas em suas respectivas cabeças, hmpf.
21/03/2012

tipos de batom


Olá leitoras do SLP !
Desculpe pela falta a semana passada, eu esqueci completamente de vir postar, essa semana eu estou em provas novamente e vou falar super rápido hoje.
Vou falar dos tipos de batom,os mais simples, se quiserem as outras opções digam e eu faço outro post com mais calma.

Gloss
É um tipo de batom com cores bem mais leves, muito brilhoso e transparente, sua duração é bem curta, mas ele é bom porque hidrata bem os lábios.

Cremoso
É bom para ser usado no inverno,porque ele hidrata bastante e sempre tem cores lindas bem de inverno mesmo, tem uma boa cobertura e duração.

Matte
É um batom com mais intensidade da cor, o aspecto dele é seco e sem brilho, com acabamento super discreto.

DICA MEGA IMPORTANTE: Quando você for usar o batom matte, você tem que estar com a sua boca muito, mais muito bem hidrata, se não vai ficar com aquelas rachaduras na boca que ficam HORRÍVEIS !

Então galera é isso, post mega rápido, mas espero que eu tenho ajudado um pouco vocês !
Até a proxima quarta ! (espero que sim)