02/03/2012

Carros voadores, hoverboards e comida compacta...

Olá seres de massa insignificante em relação à galáxia! Como vocês estão nessa sexta-feira?

Hoje eu iria tagarelar sobre o Oscar, mas como eu só assisti pouquíssimos dos filmes premiados - e os que eu assisti e coracionei não foram "reconhecidos" pela Academia - eu decidi falar sobre outra coisa. Não uma série propriamente dita, nem um livro e nem um único filme, mas um assunto abordado por muitos dos citados anteriormente: O futuro!

"Como assim o futuro Rebeca? Vai perguntar o que 'a gente quer ser quando crescer?' agora? Fumou açúcar mascavo?" Não! Não o futuro estilo 'Oh, Deus, que profissão seguir?' mas o futuro imaginário, onde existem carros voadores, prédios instantâneos e todo mundo usa roupa de látex cintilante, lindo não? Era assim que seus pais e avós o idealizavam, muito provavelmente por influência da tv (quando seus pais brigarem com você porque, aparentemente, você é um viciado em computador, diga que ele passava o dia inteiro em frente a tv tomando coca-cola. A probabilidade de ser verdade é máxima).

Quer saber como o futuro era idealizado há uns 20/25 anos atrás? Sobe no meu DeLorean e TO THE FUTURE!

Tudo começou por volta de 1962, quando Hanna-Barbera - empresa de desenho animado por trás de Os Flinstones, YABADABADOO! - lançou o desenho Os Jetsons, que mostra o cotidiano de uma família regular no distante ano de 2062. O produtor da "segunda" fase da série, Bob Hathcock, diz que os escritores responsáveis não tentavam "prever" o futuro, mas sim ser engraçado, quase como um Flinstones ao contrário. 
Porém, muitas das coisas que eram expostas no desenho dos anos 60 e todo mundo achava "futuristicamente impossível" já estão no nosso cotidiano há tempos. Duvida?

O videofone! O aparelho permitia não apenas ouvir, mas também ver a pessoa com quem se fala. Atualmente temos, é claro, as webcams e skypes da vida, que nos permitem a mesma experiência mostrada nos desenhos animados. 
Outra previsão que foi "acertada" pelos escritores do desenho foi a Rosie, a empregada-robô da família Jetson, sonho de consumo de muita dona de casa por aí: limpa e serve todo mundo sem reclamar (muito) sobre isso. Atualmente já existem protótipos e robôs com as mesmas funções, como por exemplo o Mahru-Z. Infelizmente a fabricação em série ainda tem preços exorbitantes e inviáveis, peninha ):

Da série "coisas que os Jetsons inventaram e bem podiam ser verdade" temos: um avatar que malha por você, te deixando saudável e bombadinho. Carros voadores e mochilas à jato, comida em cápsulas - ótima sugestão pra quem tem que comer algo que não gosta -, máquinas que te vestem, tele-transportes via canos de sucção e robôs que fazem os seus deveres de matemática. (quem quiser ter uma crise de nostalgia pode clicar aqui pra ver a abertura da série - o desenho pode ser de 62, mas eu tenho certeza de que você já assistiu no Cartoon Network ou no SBT).

"Mas Rebeca, 2062 ainda é muito longe! Até lá pode ser que já tenham inventado todas essas coisas que você citou acima" É verdade meu caro leitor, mas que tal irmos para um futuro mais próximo como, sei lá... 2015? 
O filme 'De volta para o futuro', conta a história de Marty McFly, como ele acidentalmente foi parar no ano de 1955 e tudo o que ele teve que fazer para voltar em segurança pra 1985 - incluindo quase namorar sua própria mãe, inventar o skate e ser o percursor do rock'n'roll. O sucesso foi tanto que decidiram filmar uma sequência: De volta para o futuro 2, onde McFly teria que "salvar" seus filhos de serem os maiores idiotas do mundo. O ano para o qual Marty, Jeniffer e o Dr. Emmet Brown viajam é 2015. É divertido ver como o futuro era ~imaginado~ e como ele realmente é; quase como um "expectativa x realidade".

(Que fique bem claro que o primeiro que ofender BTTF é uma pessoa morta). 
Previsões no filme de Marty McFly que não se realizaram, mas deveriam:
No filme, para pagar um táxi, Cliff pressiona seu polegar numa máquina tipo leitora de cartões e, pela sua impressão digital, a quantia de dinheiro necessária para o pagamento do taxista é retirada de sua conta e depositada na conta do motorista, mágico não?
Uma outra previsão que não se concretizou foi o 'descompactador de comida', um aparelho parecido com o microondas, no qual você põe sua comida compactada e ela volta ao tamanho normal, pronta para o consumo. Quem quer mini-pizza aí? (Sério, qual o fetiche tão grande em comida compactada?)
Hoverboard - too cool for 2015.
Em 2015 não usaremos roupas brilhantes e neons, as mangas das nossas jaquetas não se ajustarão automaticamente para melhor servir-nos, nossos tênis não se amarrarão espontaneamente e nossas roupas não se lavarão sozinhas, uma pena. Mas a Nike criou uma versão limitada dos tênis usados pelo McFly no filme.
Dentre todas as previsões não concretizadas, a mais desapontante com certeza ainda é o Hoverboard - uma espécie de skate voador super badass. A tecnologia disponível hoje em dia não está nem perto de poder fazer algo no estilo. Quem sabe em 2025 ou quando eu já estiver velha demais pra sair flutuando de skate por aí ): Talvez se investissem nos planadores eu pudesse me transportar feito o duende-verde do Homem Aranha - seria awesome!
Também é provável que o lixo doméstico não se torne um combustível capaz de gerar a energia de um raio, que as pessoas não se exercitem enquanto comem e que não haja carros voadores até lá, mas sabe o que a gente devia fazer? Continuar a idealizar o futuro, porque as previsões sempre são falhas e nós sempre as interpretamos errado. 

Por um futuro onde eu tenha a licença de motorista de um carro voador! (de preferência um DeLorean). E que meu filhos se locomovam através de hoverboards - ou planadores do duende-verde. 

Tenham um fim de semana super-duper-awesome!

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